Panteão Nórdico para D&D 3.5 – parte 3

ravensE então, para a felicidade dos clérigos e paladinos este é o último post da série de deuses nórdicos para D&D 3.5, lembrando que podem ser facilmente adaptados para Pathfinder ou outras versões de D&D. Nesse post irei falar sobre os deuses Vanir e outros que não se encaixam nos dois grupos principais. Lembrando que as informações e mitos sobre os deuses podem divergir a depender da fonte.

Vanir

Embora seja um termo raramente utilizado, os Vanir são o segundo grupo de principais divindades nórdicas. Alguns relatos dizem que seu culto foi aos poucos sendo substituído pelo culto aos Aesir principalmente pela união de algumas culturas e períodos de guerra. A sua morada é em Vanaheim e são responsáveis pela fertilidade, terra, proteção, água, família e fertilidade. Por serem mais benévolos e próximos da humanidade, eram também responsáveis pelo dom da vida e sua preservação, assim como o culto aos ancestrais.

Njord, Deus dos navios e das riquezas

Junto com seus filhos gêmeos, Frey e Freyja, Njord foi cedido aos Aesir como parte do armistício que deu fim a guerra entre os dois grupos. Considerado regente do mar e dos ventos, concedia aos que o veneravam abundância nas pescas, bom tempo nas viagens marítimas, ventos favoráveis e proteção durante as tempestades. Como um Vanir seus atributos também são ligados a fertilidade da terra e da água. Njord era descrito como um homem bonito (apesar de ter várias cicatrizes) com barba e cabelos grisalhos revoltos, olhos azuis, peito nu ou vestindo um colete verde, pés descalços e calça de pescador. Na cabeça usa uma coroa de conchas e algas marinhas ou um chapéu de abas largas, enquanto carrega nas mãos um gancho e uma rede de pescar.

Tendência: Neutro

Domínios: Água, Ar e Sorte

Arma Favorita: Guisarme

Símbolo: Peixes

Frey, O Senhor

Frey é descrito como o soberano da abundância e da prosperidade, além de trazer alegria e inspirar a devoção. É um Deus extremamente benéfico para a natureza e a humanidade, sendo invocado para trazer bom tempo, calor, luz solar, fertilidade, boa sorte e paz. É descrito como um belo jovem com cabelos cor de trigo maduro, tendo um temperamento jovial e alegre, que gosta de festas e celebrações.

Tendência: Leal e Bom

Domínios: Terra, Bem, Proteção e Plantas

Arma Favorita: Espada Longa

Símbolo: Javali Dourado

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Panteão Nórdico para D&D 3.5 – parte 2

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Continuando a série do panteão nórdico para clérigos em D20. Neste post estão os deuses Aesir restantes. Lembrando que as informações e mitos sobre os deuses podem divergir a depender da fonte.

Loki, O Trapaceiro

Loki é provavelmente a personalidade mais controversa e de difícil interpretação do panteão nórdico. Ele atua como um deus trapaceiro, astuto e pernicioso, podendo ir desde simples brincadeiras e situações cômicas até eventos cruéis e de infortúnio. Ele foi o responsável pela morte de Balder. Possui uma habilidade de metamorfose e é cultuado com muito cuidado, sendo desconhecidos grandes cultos.

Tendência: Caótico e Neutro

Domínios: Enganação, Mal, Sorte, Fogo e Caos

Arma Favorita: Adaga

Símbolo: Chama

Mani, O Deus da Lua

Apesar do culto lunar ser pouco conhecido, Mani é descrito como o deus da lua, responsável por guiar a carruagem que leva o astro através dos céus. Algumas lendas contam que Mani cuida de mulheres maltratadas por seus maridos durante as noites de lua cheia, tornando-se seu amante.

Tendência: Leal e Bom

Domínios: Ar e Magia

Arma Favorita: Foice Longa

Símbolo: Lua

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Panteão Nórdico para D&D 3.5 – parte 1

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A mitologia nórdica tem um bom nível de popularidade. É comum ver em filmes, desenhos e principalmente jogos referências a deuses como Thor, Odin e Hel. Para aqueles que já pensarem em usar essa mitologia em uma mesa de jogo e criar clérigos desses divindades, elas serão listadas a seguir junto com os dados importantes para o jogo, como domínios, arma favorita, etc. Vale lembrar que existem muitos outros deuses e deusas, além de outros seres divinos dessa mitologia e além disso algumas informações podem ser encontradas de modo diferente a depender da fonte. Em qualquer dúvida, vale a pena fazer uma busca por mais detalhes. Algumas adaptações foram feitas para levar em conta as criaturas e detalhes do cenário fantástico de D&D.

Aesir

Os Aesir são um dos grupos de divindades nórdicas. Moram em Asgard e são normalmente associados ao conhecimento, guerra, ar, fogo, divinação e dons mágicos. Dentre eles estão alguns dos deuses mais conhecidos como Odin, Thor e Loki. Houve uma guerra entre os Aesir e o segundo grupo, os Vanir, antigamente, porém essa guerra terminou com um armísticio no qual foram trocados reféns. Continuar lendo

Deuses na Mesa – Administrando níveis altos no D20

Ilustração por Rhineville.

Ficaram para trás os dias de aventureiros do grupo que lutava contra amedrontadores lobos apenas para ganhar um punhado de moedas de ouro. As armaduras surradas deram lugar à de Adamantino, os truques de mágica se tornaram Milagres e a espada, a bota e até o palito de dentes de todos do grupo tem uma história lendária por trás deles. Os níveis altos chegaram, e com eles um dos talvez mais citados problemas do D20, que vem desde a edição 3.0 até o Pathfinder dos dias atuais: como desafiar e entreter jogadores em um mundo onde a morte é apenas um incomodo, um exército só mais um encontro e os combates um monstro de complexidade?

Estaria mesmo o D20 fadado a ficar preso apenas aos sistemas E6 e E8? Para todos aqueles que sempre tiveram problemas como esses, segue aqui uma lista com 8 dicas pessoais para lidar com os problemas que podem aparecer:

 

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